Após a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que o senador Rogério Marinho (PL-RN) será o responsável por liderar a articulação política em busca de um projeto de anistia que contemple não apenas o ex-mandatário, mas também os demais envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
Valdemar afirmou que já esperava um desfecho desfavorável no julgamento do STF e que a estratégia do partido, a partir de agora, será construir uma alternativa legislativa no Congresso Nacional. Para isso, Marinho foi designado para iniciar as tratativas com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que terá papel central na análise de qualquer proposta de anistia.
Segundo aliados, a proposta dependerá de negociações intensas e do alinhamento político entre o PL, parlamentares de oposição e setores mais moderados do Congresso.
O presidente do Senado já sinalizou resistência a um texto defendido exclusivamente pela oposição, mas pode abrir espaço para uma versão alternativa que contemple um acordo mais amplo. Rogério Marinho deve iniciar as conversas formais nas próximas semanas.
A expectativa é que o tema gere forte debate no Legislativo, mobilizando tanto a base de apoio de Bolsonaro quanto setores contrários a qualquer medida que implique perdão aos condenados pelo STF.







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