Nos bastidores do PT, corre um comentário atravessado sobre a pré-candidatura do secretário Cadu Xavier. A avaliação de parte da militância é que o projeto ainda segue em “marcha lenta”, refletindo índices modestos nas sondagens internas de intenção de voto.
Entre uma análise e outra, um gaiato da própria trincheira petista resumiu o diagnóstico com humor ácido: a pré-candidatura de Cadu estaria precisando de um “viagra” para finalmente decolar.
A piada, claro, circula mais como metáfora política do que como prescrição. Traduzida para o português eleitoral, significa que falta à campanha um empurrão mais vigoroso — seja um fato político, uma aliança de peso ou aquele gesto público do presidente Lula de dar musculatura ao projeto.
Enquanto isso não acontece, a candidatura segue no compasso de espera, aguardando o estímulo para ganhar fôlego no tabuleiro de 2026.






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